
“Dê a uma pessoa o poder de fazer o que quiser sem que ninguém fique sabendo dos seus atos ou das conseqüências disso e assim a conhecerá verdadeiramente.”
Eu não sei de quem é essa frase e juro que procurei o autor mas: nada! Se alguém souber me avise!! Ouvi dia desses e achei bem interessante. Já parou pra pensar no que você faria? Mas pensar mesmo na hipótese, sem falar em voz alta, sabendo que ninguém vai ouvir seus pensamentos.
Eu sou meio chata, caxias, metida a ser politicamente correta. O primeiro pensamento está sempre ligado a maneira certinha de ser!
Em sã consciência diria que não faria nada que pudesse escandalizar a minha mãe, mas com a oportunidade na mão será que seria assim de fato?
Isso me fez pensar em uma coisa engraçada. Nas esquisitices que a gente faz quando está sozinho. Nos pequenos pecados ou desvios de comportamento padrão que a gente comete quando não tem ninguém por perto e que a gente não compartilha porque sabe que, literalmente, ninguém entenderia ou que simplesmente você não teria coragem de contar. Das coisas mais bobas até as mais descabidas.
Eu fiz uma dessas coisas esses dias e normalmente manteria em “segredo” como sempre fiz. Uma bobagem que resolvi contar aqui, no meu “diário de bordo público”!
Eu vivo falando mal do Mc Donalds por causa dos conservantes que eles usam e por causa daqueles sanduíches com gosto de nada. Muito pior no meu caso que não como carne vermelha e as opções com carne de frango lá são pouquíssimas. Mas... (lá vem o “mas”) Muito de vez
O que isso tem demais?? Nada!! Mas convenhamos, se eu contasse isso pra alguém as pessoas iam ou não ia achar uma esquisitice?!?!
Texto nada a ver! Aha!!
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